Cidades de Cotia e região tem área sujeitas a desastres naturais, segundo o IPT

A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), colocam as cidades de Embu das Artes, Cotia, Vargem Grande Paulista, Ibiúna e outras 32 cidades como sujeitas a desastres naturais.

De acordo com o IPT apontam-se as áreas que, por terem alta propensão a deslizamentos, por exemplo, devem ser evitadas para fins de urbanização, dentro das ações de planejamento do município, como Plano Diretor e Lei de Uso e Ocupação do Solo”, afirma Omar Yazbek Bitar, pesquisador do laboratório do IPT e coordenador do projeto.

O pesquisador ressalta que as cartas de suscetibilidade não devem ser confundidas com cartas de risco, pois estas últimas envolvem a correlação entre fatores como suscetibilidade/perigo, consequências em termos de bens e pessoas que podem ser afetados, e vulnerabilidade dos elementos expostos.

A partir do momento em que as prefeituras se apropriarem dessa informação e utilizarem essa informação no seu processo de planejamento territorial e de prevenção de desastre. Essa é basicamente uma carta dirigida pra evitar que no futuro a gente continue tendo mais areas de risco, disse  Omar Bitar

Os outros municípios são: Arujá, Barueri, Bertioga, Biritiba Mirim, Cajamar, Caraguatatuba, Cotia, Embu das Artes, Ferraz de Vasconcelos, Franco da Rocha, Igaratá, Itanhaém, Jacareí, Jandira, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Salesópolis, Santa Branca, Santa Isabel, São Lourenço da Serra, São Sebastião, Suzano, Vargem Grande Paulista,  além das RMs(Regiões Metropolitanas) da Baixada Santista, de Campinas, de Sorocaba, do Vale do Paraíba e Litoral Norte, as aglomerações urbanas de Jundiaí e de Piracicaba e a Unidade Regional Bragantina.

Completam os 32 mapeamentos realizados pelo IPT as cidades de Apiaí, Cananéia, Conchas, Ibiúna, Iporanga e Monteiro Lobato.

As cartas foram entregues às prefeituras em versões impressa e digital, e os mapas também estarão disponíveis nos sistemas web da CPRM e da Defesa Civil do Estado de São Paulo, assim como no DataGeo, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, e no IDE-SP, da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), bem como na Plataforma IPT Municípios, que será lançada em dezembro.

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